As novas:

Entenda o blog

| quinta-feira, 9 de maio de 2013
Abre ai! »
    
    Olá, pessoal. Estou aqui para fazer uma breve explicação sobre o funcionamento do blog e suas categorias. Primeiramente peço que, por favor, leiam ao menos o que diz respeito as classificações etárias das fics, pois é muito importante e já vou adiantar para vocês:

  • (L): a classificação é LIVRE para todo o público;
  • (+16): é recomendado para MAIORES DE 16 ANOS;
  • (+18): é recomendado para MAIORES DE 18 ANOS.  
    Os menos interessados podem sair daqui agora, rs.


    Pois bem, seguindo: na aba "Geral", os leitores podem encontrar toda a origem do blog, funcionamento e algumas informações minhas até mesmo para contato, caso desejarem. Quando digo contato, não se restringe apenas ao profissional, podem puxar assunto comigo que eu não mordo. Vamos ser amiguinhos. rs

    Na aba "As fics", vocês poderão encontrar todas as minhas fics(histórias) juntamente com seus extras. Bom, é aí que vem: 

    Na primeira aba, existe uma breve explicação minha sobre o que é fic e como esta palavra surgiu;

    Na segunda aba, "As diversas", tem classificação livre (L), ou seja, chame a família para ler que não tem problema nenhum. Geralmente nessa aba vocês poderão encontrar mais a comédia, que é algo que eu julgo ser mais liberal para todos. Apesar de meu humor ser restritamente negro, o que passo para meus leitores é o puro branco, onde você pode, de verdade, chamar seus pais para lerem juntos;

    Na terceira aba, "Couples", refere-se a relacionamentos heterossexuais, ou seja, já pode ser marcado como +16 desde que as histórias possuam uma descrição leve das coisas, sem descrever com detalhes as "vias de fato", o "lesco-lesco", portanto, atentem-se à classificação no título da história, pois nesta aba poderão ser encontradas histórias +16 como também +18 e, acessando qualquer conteúdo proveniente desta aba, você concorda ser maior de 16 anos, assim como lendo alguma fic de lá classificada como +18, você concorda em ser maior de idade;

    Na quarta aba, "As yaois", refere-se ao relacionamento homossexual entre homens, portanto, somente maiores de idade poderão acessar. Qualquer tipo de relacionamento homossexual, seja com homens ou com mulheres, com enredo leve ou pesado, por lei, deve ser classificado como +18, portanto, a pessoa que ler qualquer conteúdo desta aba estará concordando ser maior de idade;

    Na quinta aba, "As yuris", refere-se ao relacionamento homossexual entre mulheres, ou seja, também é para maiores de 18 anos e você outra vez concorda ser maior de idade entrando e/ou acessando o conteúdo proveniente desta aba também;

    Por último, a aba "Reflexões" que são textos de minha autoria, ou seja, nem todas fazem sentido e geralmente são opiniões minhas disfarçadas em várias palavras cultas com classificação livre. rs


    A categoria "Coming soon" é algo que ainda estou matando um pouquinho minha cabeça para pensar, rs.


    Por fim, me reservo informar que o conteúdo deste texto pode ser alterado a qualquer momento sem aviso prévio, portanto, vale à pena dar uma conferida esporadicamente. 
    Além disso, qualquer pessoa que acessar qualquer conteúdo +16 ou +18 concorda em serem maiores do que as classificações indicadas e que leram este artigo. Obrigada.

Última atualização: 07/05/2015

Entenda o blog

Posted by : Ita-chan
Date : quinta-feira, 9 de maio de 2013
With 0 xingamentos
Tag :

Querido Vizinho

|
Abre ai! »


Isso mesmo, eu estou – ou pelo menos estava – observando meu vizinho do apartamento em frente ao meu. Você não precisa saber nomes, apenas que eu moro há 3 anos no 9º andar de uma agitada rua. Mês passado um novo inquilino veio morar no apartamento em frente, mais precisamente no 9º andar, ou seja, a janela dele fica de frente para a minha, até ai tudo bem... Ou não.
Como você reagiria ao saber que o novo morador do apartamento à frente é um homem loiro, alto, olhos azuis, musculoso, lindo, charmoso, elegante – suspiro – ai, ai... E que apenas uma rua a separa do paraíso? Pois bem, eu me sinto assim...
Nesse mês que se passou, eu comecei a ter uma íntima convivência com o para-peito da janela, onde todo fim de tarde, após voltar do trabalho, eu me debruçava ali e admirava meu vizinho fazendo algo em seu quarto. Há uma semana atrás eu resolvi tomar uma iniciativa já que ele apenas ficava a me ver pelo reflexo do espelho, espertinho... Mas algo deu errado. Eu passei diversas vezes na frente dele na rua e o mesmo não olhou, seria ele tímido? Deve ser algo do tipo... Ele não iria me ignorar sendo eu uma mulher morena, cabelos compridos, olhos castanhos medidas ideais, belo sorriso, belo corpo, nada! Pois bem, narcisismos a parte voltemos ao meu relato.
Ele não dava o mínimo sinal de interesse! Ah, ele era tão tímido... Ou eu estava enganada...
O que houve? Por que você colocou esta escura cortina na janela de seu quarto, meu amor? Ei! Tire esta cortina e volte para o espelho! Eu quero trocar aqueles quentes olhares que nós trocavamos até ontem, meu querido pedaço de mau caminho! Não me ignore! Foi algo que eu fiz? Eu peço desculpas, prometo não fazer nada errado de novo! Ah! Será que é porque eu engordei? Olhei-me no espelho procurando qualquer gordura pelo corpo... Corpo... Hum... Ah! Então era isso? Você estava bravo, pois queria avançar mais em nossa relação não é, safadinho? Pois bem, abra logo esta cortina! Venha para cá!
Humpf, como ele é difícil, ficou com aquela maldita cortina em frente à janela por uma semana! Mas, quando ele tirou a mesma do lugar, devolvendo-me o campo de visão, não perdi tampo! Vesti a mais sexy de minhas lingeries e apareci na janela de meu apartamento. Ele por vez fez o mesmo de sempre! Olhou para o espelho um pouco depois saiu! Seria ele virgem? Acho que estava com medo de não conseguir dar conta de todo o material aqui. Eu realmente era muita areia para o caminhãozinho dele, hehe...

Certo final de semana eu dormi até tarde e sonhei com ele, um belo sonho, onde ele seduzia-me e me dominava, realizava minhas fantasias eróticas e mais obscuras, satisfazendo-me por completa. Acordei com um gigantesco sorriso nos lábios, decidida a terminar com este namoro a distância, estava farta disso, queria contato, calor corporal já! Levantei da cama – estava vestindo um pijama bem quentinho e confortável, um conjunto de calça e casaco em tom de rosa claro. Calcei minhas pantufas brancas e abri decididamente a janela de meu quarto, vendo que a dele também estava aberta e ele já estava vestido. O vi pegar a chave em seu molho e uma pasta preta, ele iria sair? Como assim? Não me falou nada! Iria me deixar aqui dormindo sem nem ao menos dar-me um beijo de despedida? Chega disso! Vamos colocar tudo em panos limpos e oficializar nosso relacionamento!
Corri para fora de meu apartamento, descendo as escadas do jeito que estava: pijama, pantufas e cabelo bagunçado, embaraçado e para o alto; desse jeito mesmo! A rua estava molhada e haviam algumas poças formadas no vão entre a rua e o paralelepípedo, pois choveu a noite toda. Parei na porta de meu apartamento e o vi sair do seu. Comecei a correr pela rua, passando entre os vários carros, ouvi vários xingamentos e barulhos de buzina, mas ignorei, estava correndo decididamente até tropeçar em meus próprios pés, cair sobre uma poça d’água suja e, para finalizar, um carro passar em alta velocidade sobre outra poça próxima a mim, terminando de encharcar-me por completo, obrigada.
Cai a apenas alguns míseros passos de distância dele, mas isso não foi o suficiente para ele perceber, pois estava com dois malditos red fones abafando o som da rua em seus ouvidos! Argh! Levantei-me deveras irritada, dei um pequeno chilique na rua com direito a movimentos corporais e gritinhos, o que chamou mais ainda a atenção das pessoas que ali trafegavam. Eu iria correr na direção dele novamente, mas comecei a ouvir risos demais para uma rua tão séria e comercial. Aqueles risos eram dirigidos a mim, céus! Eu devia estar horrível! O amor da minha vida não poderia me ver assim jamais! Em meu rosto jazia a expressão de desespero, as pessoas na rua ignoravam-me, riam ou jogavam esmolas, eu não quero isso...! Oh! Jogaram uma nota de dez reais! Posso ser orgulhosa, porém não idiota, peguei a nota e corri para meu apartamento.

Outra semana passou-se assim... Não acredito! Onde está toda a minha força de vontade e determinação? Eu não iria acabar logo com esta distância? Vamos, anime-se!
Novamente o vi pegar sua chave e sair, naquele dia eu havia me produzido no intuito de ficar a mais bela possível. Coloquei um vestido preto que mal passava das coxas e tinha um decote nos seios, calcei um salto alto estilo agulha e me maquiei mesmo sendo duas da tarde e fiquei ali na janela o esperando sair até aquele momento. Quando parei na porta do apartamento, ele estava saindo do seu e encontrando-se com um outro lindo homem.
Você não vai fingir que nada aconteceu entre nós e sair assim com seus amigos só porque eu não sei seu nome e nós nunca nos falamos verbalmente! Mas nós temos química, nós combinamos um com o outro, meu amor!
Corri - tentando manter o equilíbrio sobre o salto – na direção dele, outra vez sem me preocupar com os carros. Tomei a dianteira de modo que ele desse de cara comigo ao virar a esquina, porém outra vez o destino atrapalhou-me. Meu salto prendeu numa pedra e, desesperadamente, eu tentava soltar-me da mesma rapidamente, puxando meu pé para ver se saía. Até soltou, mas me fez ganhar um indesejado impulso e passar igual a uma desvairada na frente de meu vizinho e de seu amigo. Pelo menos desta vez ele – e seu amigo – me notaram.
–Nossa, você viu aquela mulher louca correndo na frente dos carros? – perguntou o amigo.
–Sim. Ela mora no apartamento em frente ao meu, não ligue, a mesma é assim estranha – respondeu o vizinho.
–Se conhecem?
–Não, mas ela tem um estranho hábito de vigiar os outros pela janela enquanto veste lingeries, manda beijos para todo mundo e ainda tenta seduzi-los. É louca.
–Nossa! – o amigo exclamou surpreso.
–Ela já andou na rua de pijama, como se estivesse num calçadão correndo ou algo do tipo. Tenho medo dela, por isso prefiro ignora-la e evita-la o máximo possível. – ambos permaneciam parados vendo a mulher recompor-se do outro lado da rua. – vamos embora antes que ela volte para cá, amor – segurou o braço do amigo.
–Ah, vamos sim, querido.
–Ah! Meu Deus! Como assim? EU NÃO SOU LOUCA! Mas, mas.... Meu vizinho... Meu vizinho é... GAY! Como assim? E tudo aquilo que passamos juntos não valeu de nada?! Você só estava comigo para disfarçar era isso? Eu te odeio, está tudo terminado entre nós! Até nunca, cafajeste! – exclamou no meio da rua, sem importar-se com as demais pessoas que a escutavam e a chamavam de louca entre um sussurro e outro.

Era isso, eu estava solteira de novo... Meu vizinho era gay e estava me traindo com seu melhor amigo! Para aonde eles iriam agora? Para uma montanha chamada BROKEBACK?
Chega disso, estou indo embora! Adeus!

Querido Vizinho

Posted by : Ita-chan
Date :
With 0 xingamentos

Tarja Turunen - Boy and the ghost

| quarta-feira, 8 de maio de 2013
Abre ai! »

~ Boy and the Ghost ~

The streets are empty
Inside it's warm
His hands are shaking
They locked the door
A voice is calling
Asking to get in

All he wanted was a toy
All he needed was a gently heart
To lead him through the dark
When his dreams are running wild
Boy and the ghost
Fire's not burning
The lights went out
The lights went out

Big family dinner
The untold pain
Their eyes are sparkling
On his frozen face
Angel's calling
Asking to get in

All he wanted was a toy
All he needed was a gently heart
To lead him through the dark
When there's nowhere left to fall
Boy and the ghost
His eyes are burning
The lights went out
The dream is on

Wake up, wake up
There's an angel in the snow
Look up, look up
It's a frightened dead boy
With so much hate
Such bad dreams
He could have seen
The toy's the key
But no one saw
No one saw

All he wanted was a toy
All he needed was a bleeding heart
To lead him through the dark
Boy and the ghost

Despero, solitas, debilis, desolo
Despero, solitas, debilis, desolo

When there's nowhere left to fall
Nowhere to hide
The silence is hurting
Inside it's cold
Sleep or die
Nowhere to go
Nowhere to hide
His light went out

Tarja Turunen - Boy and the ghost

Posted by : Ita-chan
Date : quarta-feira, 8 de maio de 2013
With 0 xingamentos

Os fones ~

| terça-feira, 7 de maio de 2013
Abre ai! »
Rezando para a moda pegar, caso contrário irei parecer uma doente andando na rua com duas caixas de som no ouvido e uma fita na testa. rs

Os fones ~

Posted by : Ita-chan
Date : terça-feira, 7 de maio de 2013
With 0 xingamentos
Tag :

Alice Cooper Techno Remix - Poison

|
Abre ai! »


~ Poison ~

Your cruel device
Your blood like ice
One look could kill
My pain, your thrill

I wanna love you, but I better not touch
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
Your poison running through my veins,
Your poison...
I don't wanna break these chains.

Your mouth so hot
Your web, I'm caught
Your skin, so wet
Black lace, on sweat

I hear you calling and it's needles and pins
I wanna hurt you just to hear you screaming my name
Don't wanna touch you, but you're under my skin
I wanna kiss you but your lips are venomous poison.
Your poison running through my veins,
Your poison...
I don't wanna break these chains.
Poison...

Alice Cooper Techno Remix - Poison

Posted by : Ita-chan
Date :
With 0 xingamentos

EU VOLTEEEEI, AGORA PRA FICAAAR! rs

| domingo, 5 de maio de 2013
Abre ai! »
Olá, olá, olá, galerê.
Um ano depois e eu ainda tomo a vergonha na cara de aparecer aqui, sim.
Sei que larguei muita coisa pela metade, mas isso a gente vai ver com o tempo se o pessoal ainda quer ou não que eu continue meus projetos.
Enfim. Para quem não sabia, eu morava no Rio de Janeiro e agora estou residindo em Asunción, Paraguay. Sim a terra da muamba, rs.
Bem, já que estarei morando em terras estrangeiras por dois anos, por que não fazer um diário escrito e gravado da minha experiência por aqui, hun, hun?
Pois então é isso, vamos ver se essa bagaça dará certo.
Gostaria de saber se vocês ainda querem acompanhar meus projetos que eu postava aqui e em paralelo no site do Nyah! Fanfiction.

Ita-chan manda salve, abraço e desliga, té mais. ~

EU VOLTEEEEI, AGORA PRA FICAAAR! rs

Posted by : Ita-chan
Date : domingo, 5 de maio de 2013
With 0 xingamentos
Tag :

(Extras) Vírgulas - Fic (13 ao 15)

| segunda-feira, 23 de abril de 2012
Abre ai! »
Extras 13 ao 15: Entrevistas

Capítulo 13: Entrevistando Ayako
Autora: -Ayako, não sente-se envergonhado do ter seduzido um homem muito mais velho?
Ayako: -De modo algum! Eu o amo e sempre o amarei. Não me arrependo de nada. u_u
Autora: -E foi bom?
Ayako: -Ãhn... I-isso é uma pergunta pessoal demais, Autora-san. >//<
Autora: -Se não me responder, faço o Fujo ficar com outra pessoa e tiro você da fic. u_u
Ayako: -A-ah, Autora-san! Isso é maldade demais comigo! ÇÇ
Autora: -Anda, responde... Com detalhes. q
Ayako: -F-foi bom... F-foi maravilhoso... Ele sabia fazer m-muito bem e... e...
Autora: -E...?
Ayako: -Ele é deliciosamente... "Grande" e... "Grosso"... S-se me entende...
Autora: -Claro que entendo, fui eu quem o criei. Haha!
Ayako: -E-então por que perguntou?! è_é
Autora: -Oras, os leitores precisam saber o que você achou! ~
Ayako: -Você é muito cruel Autora-san...

Capítulo 14: Entrevistando Fujo
Autora: -Olá, Fujo! Como está?
Fujo: -Bem.
A.: -Ahn... Pensando em tirar férias?
F.: -Não.
A.: -E sobre o que o Ayako fez no escritório enquanto você recebia visitas?
F.: -O que tem? *Perguntou desconfortado*.
A.: -Foi bom?
F.: -Nada a declarar. Adeus. *Vai embora*
A.: -F-fujo! Ei! Espere, volte aqui, a entrevista ainda não acabou! >^< *Corre atrás*

Capítulo 15: Entrevistando Lisa
Autora: -Olá, Lisa. Como vai?
Lisa: -Ah, olá, Autora-san! Gostaria de mandar um beijo para a minha família e principalmente ao meu lindo filho. Mamãe te ama!
A.: -P-por favor, controle-se. @_@"
L.: -Ah, me desculpe. Hehe...
A.: -Então, Lisa, por que você não quis que o Ayako fosse até a sala do Fujo quando Akio estava lá? Você por um acaso sabia de algo?
L.: -A-ah...! E-eu não sei de nada... Fujo-san! Isso! Fujo-san quem diz para que ninguém o visite enquanto seu irmão está na sala com ele.
A.: -Se você não sabe de nada, porque está tão nervosa, Lisa? ~
L.: -Ahhh... Promete não contar a ninguém, Autora-san?
A.: -Juro. Não vou deixar ninguém ler isso. q
L.: -Ah que bom, Autora-san, a senhora é muito boa. A verdade é que... O Akio-kun ama o Fujo-san e todas as vezes em que ele vai ao escritório do irmão é para tentar seduzí-lo pronto, falei! >_<
A.: -E como ficou sabendo disso, Lisa?!
L.: -O Akio-kun costuma jogar conversa fora comigo vez ou outra e um dia ele estava desesperado, queria conversar com alguém, mas não tinha ninguém no momento daí eu me ofereci a ouvir o que ele tinha a dizer. Nós fomos tomar um café aí ele disse que era apaixonado pelo irmão, mas que o Ayako-chan estava roubando a atenção dele para si...
A.: -Pretende ajudar o Akio, Lisa?
L.: -N-não... Eu não quero me meter nestes assuntos de família. Além disso, Fujo-san já está sendo uma pessoa muito boa comigo apesar de tudo. Não quero levar problemas à ele...
A.: -De tudo o quê, Lisa-chan?
L.: -A-autora-san, não me pressione! Isso já é um assunto particular demais! @_@
A.: -Certo, certo. Acho que você quis dizer que isso já é spoiler demais para um simples extra.

(Extras) Vírgulas - Fic (13 ao 15)

Posted by : Ita-chan
Date : segunda-feira, 23 de abril de 2012
With 0 xingamentos

Vírgulas - Fic (13 ao 15)

|
Abre ai! »
Capítulo 13 - Como acordar seu mais novo namorado.
Acordei com um pequeno sorriso bobo pairando em meus lábios por conta própria enquanto que podia sentir a respiração calma de Fujo em meu pescoço, fazendo-me suspirar. Naquele momento eu estava deitado na cama dele, sendo abraçado pelo mesmo enquanto que o edredom nos cobria até a altura da cintura; seus braços me apertavam gentilmente, deixando-me colado contra seu corpo.
Ficar ali e daquele jeito me deixava muito manhoso, era muito gostoso ficar encolhido nos braços dele, sentia-me protegido. Ergui a cabeça e o fitei dormindo, era tão sereno, tão despreocupado... Arrisquei alguns beijos em seu peitoral, vendo que com aquilo eu arrancava apenas pequenos suspiros dele ainda adormecido. Passei a mordiscar a mesma região, vendo que os pelos do braço dele se eriçavam, fazendo-o entreabrir os olhos, custando um pouco para acordar. Ergui a cabeça passando a lhe mordiscar os lábios distraidamente enquanto ele esticava-se, tomando-me os lábios ao término do espreguiçar.
Até então nenhuma palavra fora dita, acho que não seria nem possível no momento, ele mal havia acordado e já estava a devorar meus lábios, escorregando a mão direita para dentro do edredom, apertando fortemente uma de minhas coxas e tornando a encaixar-se entre minhas pernas; eu por vez envolvi as mesmas na cintura dele, puxando-o levemente contra mim e Fujo de imediato respondia-me com uma estocada falsa, apenas roçando o membro no local onde iria entrar, fazendo-me gemer timidamente, o que me deixava deveras ruborizado e envergonhado, confesso.
Quando ele cessou o beijo, levou a mão direita, que até então estava em minha coxa, até meu membro, estimulando-me enquanto que encaixava a glande de seu próprio membro em mim, forçando a entrada, o que me provocava um pouco de dor até eu me acostumar, porém desta vez entrou com mais facilidade do que da última, cuja esta até chorar fizera-me, o que havia lhe cortado o coração, mas não permiti que ele parasse. Fujo fitava-me fixamente, esperando por qualquer sinal, qualquer pedido meu para parar enquanto penetrava-me lenta e gentilmente, ainda masturbando-me enquanto que eu apenas franzia o cenho, mordiscando o próprio lábio inferior. O pênis dele era muito grande, confesso também que o mesmo fizera-me delirar na noite passada após toda aquela dor inicial, afinal, eu ainda era virgem.
Aos poucos pude senti-lo mover-se dentro de mim, tirando e botando lentamente. Aquela sensação com o tempo tornara-se boa e eu gemia prontamente, lhe arranhando os ombros enquanto que ele apenas aumentava a velocidade, agora direcionando seus lábios até um de meus mamilos, mordiscando-o e contornando com a língua ávida dele, arrancando mais e mais gemidos meus.

-Fujo...

Gemi seu nome. Eu me sentia tão dele quando fazia aquilo e percebi que isso só o atiçava, portanto, eu não perdia tempo em gemer o nome dele nos momentos em que sentia mais prazer, podendo sentir o membro de mesmo pulsar e endurecer mais dentro de mim. Toquei a mão de Fujo que estimulava-me, num pedido silencioso para que este parasse, eu já não precisava mais daquele auxílio; ele, por vez, levou ambas as mãos as minhas coxas, apertando-as fortemente enquanto que puxava-me contra seu membro, tornando as estocadas mais profundas e fortes ao ponto da cama mover-se conforme o ritmo imposto por ele. Eu o arranhava mais e mais, afundando minha nuca no travesseiro sem conter meus gemidos de prazer, que eram abafados com os lábios grandes, quentes e acolhedores de Fujo, que estava quase sempre em silêncio, salvo apenas por alguns momentos em que o mesmo deixava alguns baixos, porém graves gemidos fugirem de seus lábios, fazendo-me estremecer com aquilo.
Quando eu cessava um pouco os gemidos, ele não perdoava meu pescoço, avançando no mesmo e deixando marcas roxas e fortes de chupões que, aliás, em apenas duas transas eu já tinha vários espalhados pelo meu corpo. Ele era bem possessivo.
Eu o puxava para mim com as pernas que estavam envoltas em sua cintura todas as vezes que este retirava seu membro, fazendo-o retornar sempre mais fundo e forte, aquilo o deixava louco e eu podia ver em seus olhos enegrecidos de luxúria, suas pupilas dilatadas sempre pedindo por mais e seu cenho franzido mostrando o quanto continha-se para não me ferir com uma estocada mais brutal até porque o meu corpo era muito menor e mais frágil do que o dele.
Agarrei-me aos cabelos de Fujo, gemendo o nome do mesmo repetidas vezes ao sentir-me próximo de meu ápice; ele, por vez, entendera o recado mudo e retornou a estimular-me, com um pequeno sorriso malicioso nos lábios. O que ele queria mesmo era me ver gemer feito um cãozinho no cio apenas para fazer-me sentir inferior a ele e o pior é que eu acabei cedendo, ejaculando em sua mão do jeito que o mesmo queria, podendo senti-lo, poucas estocadas depois, ejacular dentro de mim e a retirar o membro já sem vida enquanto que o esperma jorrava para fora e ele lambia sua própria mão suja pelo meu esperma.
Eu estava ofegante, porém feliz e satisfeito, Fujo estava ofegante também e deitado ao meu lado, descansando. Virei-me de lado, deitando parcialmente sobre o corpo dele, aninhando-me ali enquanto que podia sentir um dos braços do mesmo envolverem-se em minha cintura. Tornei a sorrir bobo, como quando acordei e fiquei a acariciar lhe o peitoral forte e musculoso, sussurrando baixinho, como se não quisesse que ele escutasse.

-Fujo... Eu te amo...

Olhei para cima e constatei que ele havia cochilado, contudo, não havia escutado o que eu havia falado. Dei uma risadinha, deitando a cabeça no mesmo travesseiro que ele usava, dormindo abraçado ao pescoço do mesmo com ambas as testas encostadas uma na outra, não me importando se eventualmente acordássemos tarde. Eu estava com ele e nada mais importava.


Capítulo 14 – Como chamar a atenção
Férias! Finalmente! Como aguardei pela chegada dessa danadinha. Demorou, hein? Agora eu poderia ir à empresa mais cedo, já que estaria de férias. Meus pais haviam almoçado com os de Fujo e colocado toda a conversa em dia, agora um visitava o outro esporadicamente para conversarem e coisas do tipo.
 Era quarta-feira e eu estava no escritório de Fujo, vendo-o trabalhar. Ele parecia esquecer-se do mundo quando olhava para aquele monitor, pois nada o tirava daquela linha de pensamento e para mim havia virado mais uma vírgula ter que espera-lo terminar o trabalho para me dar um pouco de atenção, um beijo que fosse. E eu sabia perfeitamente quando era hora no momento em que ele retirava os óculos e esticava-se na cadeira, relaxando.

-Fujooo... Você não acha que trabalha demais?
-Algum problema?
-Por que não tira férias? Assim eu não precisaria ficar te dividindo com o trabalho... – falei manhoso.
-Não posso deixar meu trabalho nas mãos de outros. – respondeu seco.
-Nem por mim? – sentei em seu colo, perguntando com mais manha ainda.
-Não.

Ele tornou a responder seco, tirando-me de seu colo e voltando a trabalhar. Eu não fiquei irritado, sabia que ele iria me dar uma resposta do tipo. Bufei entediado e carente de atenção, chegando perto dele como quem não quer nada. Rocei os lábios em seu pescoço, recebendo um esquivo como resposta; então lhe mordisquei o lóbulo e ele suspirou impaciente. Eu estava o atrapalhando e era realmente isso que eu queria fazer, mas bastou apenas lhe mordiscar o queixo para que Fujo me fitasse, franzindo o cenho irritadiço.

-Pare com isso, não vê que estou trabalhando?

E voltou a olhar para aquele maldito monitor. Eu ainda não havia me dado por vencido. Pensei um pouco: o que poderia realmente tirá-lo a atenção...? Ah! Ótima ideia! Levantei da cadeira e fui para debaixo da mesa, ela era de madeira tabaco e tinha uma enorme tábua no meio que não permitia ver as pernas. Encolhi-me naquele pequeno espaço sem que ele percebesse e posicionei-me entre as pernas dele, deixando que o mesmo percebesse minha presença apenas quando eu já estava acariciando o membro dele sobre a calça, pegando-o de surpresa.

-O-o que está fazendo, garoto?
-Apenas tentando ter um pouco de atenção...

Respondi já abrindo lhe a calça e puxando o membro dele para fora das vestes. Confesso que fiquei com água na boca quando vi o pênis de Fujo semiereto, fazendo-me lamber os lábios sem que eu mesmo percebesse. Juro que não me reconheci quando comecei a lamber o membro dele. Minha face estava extremamente corada e eu esfregava o membro dele em meu rosto de maneira lenta, porém com vontade naquilo, dando grandes e gostosas lambidas que iam do escroto até a glande, sugando a última por fim. Ele levava a mão até minha nuca, emitindo alguns gemidos baixos com medo de que alguém escutasse do lado de fora enquanto que puxava minha cabeça contra seu membro, num pedido silencioso para que eu o colocasse na boca de uma vez, mas eu estava gostando e muito de provoca-lo. ♥

-Ahhh, Fujo... É tão grande e delicioso...

Ele estremeceu excitado com o que eu disse. Seu membro estava já bastante duro e pulsante, algo que podia ser observado sem dificuldade alguma. Quando eu finalmente resolvi acabar com toda aquela ‘tortura’, colocando o membro dele dentro da boca de modo que meus lábios estreitassem a passagem do membro de Fujo, a porta recebeu duas batidas rápidas antes do pai dele entrar trazendo dois outros homens de outras empresas.

-Fujo, meu filho! Quero que conheça o presidente das empresas que te falei para fechar o contrato!
-A-ahh... S-sim, presidente. E-eu já estou... – pausou – indo.
-Ora, já que estamos todos aqui, para quê ir a outro lugar, certo?
-M-mas...
-Vamos, entrem.

Eu olhei para o rosto de Fujo e o mesmo tentava manter o semblante habitual, porém uma singela gota de suor escorria pelo canto de seu rosto e seu cenho estava controlando-se para não franzir demais.

-Está com calor, Fujo?
-Ãhn? A-ah, sim, sim.
-Está bem, meu filho?
-A-apenas um pouco gripado!

Ele quase gritou a última palavra, pois fora no momento em que eu havia lhe sugado o membro forte o suficiente para poder sentir este espirrar um pequeno jato de esperma em minha boca, fazendo-me engasgar. Quando ele percebeu o que havia feito, olhou para baixo me vendo com as mãos na boca tentando tossir sem fazer barulho, o que o desesperou mais ainda. Os outros três homens entreolharam-se desconfiados sem saber o que estava acontecendo.

-Perdoem-me, senhores, mas de fato não posso atendê-los agora, estou numa... Conferência com o Canadá e não posso interromper no momento.

Ele tornou a olhar para mim rapidamente e eu fiz um ok com uma das mãos, mostrando que eu já havia me recuperado, voltando atenção aos senhores ali na sala.

-Ah, sim. Meu filho só sabe trabalhar, senhores – ele sorriu orgulhoso – vamos deixa-lo terminar o que está fazendo, mas irá almoçar conosco, correto?
-Certamente.

Quando todos os três foram embora Fujo então me deu o sinal de que poderia sair. Eu rapidamente o obedeci, agora tossindo sem privar-me do som.

-Tranque a porta.

Ele ordenou enquanto massageava as têmporas, eu prontamente fiz o que ele havia falado sem conter uma risada com o modo que ele havia relaxado na cadeira, acusando-o de estar muito tenso quando seu pai e os demais haviam entrado.

-Está vendo? Quem mandou não me dar atenção? – sorri vitorioso, provocando-o enquanto que o mesmo fitava-me de cara amarrada.
-Você ainda não terminou o serviço.

Aproximei-me dele novamente, vendo que o membro do mesmo permanecia ereto, mesmo depois do que havia acontecido. Tornei a sorrir, desta vez de maneira maliciosa enquanto que me ajoelhava novamente entre as pernas dele, segurando-lhe o membro com a mão destra e roçando a bochecha ali com certa força, vendo-o apertar levemente os braços da cadeira.

-Será um prazer, meu amor. ♥


Capítulo 15 – A descoberta
Faltava uma semana para o Natal e sentia ser impossível estar mais feliz do que já estou, tudo estava indo tão bem, Fujo estava me dando mais atenção depois do que eu havia aprontado e ele mandava até uma limusine me levar para casa! Mas nos finais de semana eu não admitia ir a outro lugar que não fosse a casa dele, dormir com o mesmo. Eu já havia me acostumado a dormir ao lado dele e, durante a semana, era muito ruim ter que dormir sozinho em meu quarto, sem o mesmo. Era segunda-feira e eu havia acordado tarde, almoçado tarde e saído tarde. O que as férias não fazem conosco, é.
Ainda estava sonolento quando fui cumprimentado pela recepcionista da empresa, aquela quem me paparicava o tempo todo. Desta vez ela estava com um sorriso preocupado nos lábios quando me viu entrar, dar um ‘boa tarde’ e ir para a porta do elevador, esperar o mesmo.

-Ayako-chan!
-O que foi? Lisa-san?
-Você vai ver Fujo Daiki-sama, não é?
-Sim, por quê?
-Ah, nada é que, bem... Melhor esperar um pouco, sabe...
-Por quê? Ele ainda não chegou?
-Sim, chegou. Mas ele está com visita e pediu que não o perturbassem... Ninguém, o perturbasse...
-Como assim? Que visita é essa? – perguntei já desconfiado.
-A-ah... É o irmão mais novo dele, mas...
-Ah, é só o Akio-kun! Não há problemas Lisa-san!
-M-mas... Ayako-chan!

Corri até o primeiro elevador oportuno que aparecera, deixando-a falando sozinha, era só Akio-kun. Nada demais. Esperei o elevador deixar-me no último andar e, quando a porta do mesmo abrira, encontrei Daiki-san e os dois senhores da última vez, ambos despedindo-se e cumprimentando-me com um sorriso quando entraram no elevador e eu sai.

-Ah, olá Ayako-chan!
-Olá, Daiki-san.
-Já pedi para me chamar apenas de Fumiko, certo?
-Ah, sim... Fumiko-san.
-Ah, menos mal agora, correto? – esboçou um sorriso de aprovação.
-Hai, hai...
-Ayako-chan, eu gostaria de perguntar-lhe algo que anda me inquietando ultimamente...
-O-o quê? – gelei.
-Você não acha estranho o modo como Akio age com Fujo? – perguntou levando a mão ao queixo.
-A-ah... – suspirei aliviado – Bem... Deve ser cisma de irmão mais novo, não sei bem, sou filho único, mas acho que deve passar quando Akio-kun crescer mais ...
-Ah, sim. Tem razão. Foi uma bobagem minha o que pensei, então. Realmente faz sentido.

Ele riu aliviado, como se eu tivesse tirado um pedregulho chamado “preocupação” da cabeça dele. Que estranho. O que ele deveria ter pensado sobre Akio-kun? Achei melhor dar de ombros. Daiki-san despediu-se de mim e eu o esperei até entrar no próximo elevador para então ir ao escritório de Fujo, dando duas batidas na porta já com um sorriso bobo nos lábios em pensar que ele estaria com a cara colada no monitor, trabalhando.
Quando entrei já chamando seu nome alegremente, arregalei os olhos e desfiz numa fração de segundo o sorriso que ostentava com a cena que vi.

-Fujo... Por quê? Por que você faz isso comigo? Eu tenho certeza de que ninguém irá te amar como eu te amo. Certeza...!

Era a voz de Akio-kun. O mesmo estava sentado no colo de Fujo, de frente para o mesmo, segurando-lhe o rosto com ambas as mãos. Já Fujo estava com a camisa desabotoada e o fitava com aquele mesmo semblante inexpressivo de sempre, como se não desse a mínima ao seu irmão mais novo que estava ali dizendo com todas as letras que o amava e que ainda não havia percebido a minha presença. Mas Fujo havia. Afinal, ele estava de frente para a porta e, quando seus olhos encontraram-se com os meus brevemente, o vi cerrar as sobrancelhas, fechando a cara. Akio-kun, por vez, percebera que havia mais alguém ali com o silencio do irmão. O que significava que provavelmente eles estavam conversando.
Akio-kun saiu de cima do irmão, ajeitando as próprias roupas e limpando os olhos, daí pude perceber que ele estava chorando e que Fujo estava com o terno fora do lugar, a gravata desfeita e uma pequena marca roxa no pescoço, provavelmente feita pelos lábios do irmão. Akio-kun virou-se, olhando brevemente quem estava ali na porta e então disparou até a mesma. Eu rapidamente dei passagem e ele saiu correndo dali, sem dizer nada.
Olhei para Fujo e o mesmo olhava para mim, apoiando o cotovelo no braço da cadeira e a bochecha no punho, cruzando as pernas.

-Chegou mais tarde hoje.
-É que fui d-dormir tarde.

Ele perguntou como se ninguém estivesse, segundos atrás, em cima dele e eu respondi incrédulo enquanto o via refazer o nó da gravata, ajeitando os botões da camisa em seguida. Sentei-me na cadeira destinada as visitas, desta vez sem puxá-la para o lado dele. Fiquei olhando para os meus próprios pés sem saber o que fazer nem dizer. Ele estava em paz, calmo. Quando terminou de ajeitar-se e esconder aquela mancha roxa com a gola da camisa, voltou a dar atenção ao monitor, recomeçando de onde havia parado enquanto que pude ouvir um suspiro desanimado vindo dele. Aquela situação parecia ser apenas mais uma vírgula na vida dele. Uma vírgula pesada e que ele parecia carregar há bastante tempo sozinho, apenas entre ele e seu irmão. Uma vírgula que, pela reação dele, não o agradava muito.

Vírgulas - Fic (13 ao 15)

Posted by : Ita-chan
Date :
With 0 xingamentos

Quem vos fala:

▲Top▲