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(Extras) Vírgulas - Fic (10 ao 12)

| segunda-feira, 23 de abril de 2012
Abre ai! »
Extras 10 ao 12: Comentários da autora

Capítulo 10:
Ok, eu nem sei se existe um manual te instruindo a como se excitar na internet, mas eu precisava de alguma coisa que fizesse com que o Ayako se tocasse. Ele é um menino de 12 anos e, na concepção de mundo correto - que não existe mais nos dias atuais - um menino de 12 anos não sabe como se tocar, nem ao menos como se proporcionar prazer. Bom, agora que ele já sabe e viu que na hora do ápice pensa no Fujo, acredito que as coisas começarão a mudar, rs.

Capítulo 11:
Mas como assim uma criança de 12 anos seduzindo um homem de 28? Esse Ayako anda muito devasso mesmo. Gravem bem esta cena, mais precisamente na parte em que o Fujo alega não ser pedófilo, pois isso soará como uma grande ironia mais para frente, acreditem.

Capítulo 12:
E finalmente o Ayako conseguiu o que queria. Vocês devem estar se perguntando: Mas que absurdo! Como um homem de 28 anos conseguiu ser seuzido por um menino de 12 com tanta facilidade?
E eu vou respondo: Capítulos. Aguardem os próximos. rs

Bem não posso estar entrando em grandes detalhes neste momento delicado da fic onde, qualquer coisa que eu comente é um spoiler para os próximos capítulos, mas logo, logo tudo o que esta fic realmente esconde será revelada! \o.

(Extras) Vírgulas - Fic (10 ao 12)

Posted by : Ita-chan
Date : segunda-feira, 23 de abril de 2012
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Vírgulas - Fic (10 ao 12)

|
Abre ai! »
Capítulo 10 – Ignorando a inocência
-M-mas por quê esse homem não para de gemer?! I-isso deve doer! Eu estou sentindo dor só de ver! A-aonde eu tiro isso? SAAAI!

Fechei rapidamente a janela, tirando os fones de ouvido, que foram a minha salvação. Tornei a deitar-me na cama, olhando para o teto e agora lembrando as cenas do vídeo. Lembrei-me de uma parte em que os dois pegavam seus respectivos membros e faziam algo que eu descobri chamar ‘masturbação’. Eles pareciam gostar bastante daquilo, ainda mais quando um fez no outro.

-Hum... Eu poderia fazer isso em mim mesmo? Acho que qualquer um pode como no vídeo...

Falei alto e sozinho, não resistindo à tentação de tentar fazer o mesmo. Enfiei a mão dentro da calça, constatando que seria mais fácil e espaçoso se eu abrisse a mesma. Enfim, tranquei a porta do quarto, deitei na cama e abaixei as calças até a altura dos joelhos, enfiando novamente a mão ‘lá’.
Fechei os olhos e concentrei-me, tentando fazer o mesmo que aqueles homens faziam, comecei a massagear meu próprio pênis, a princípio não sentindo nada, o que me frustrou. Parei logo em seguida e resolvi voltar para o computador, desta vez para pesquisar como era feito, se aquilo acontecia com qualquer um ou se precisariam comprar alguns acessórios para isso, talvez... Achei um site que dava algumas dicas bem interessantes.

Como excitar-se sem muito esforço:

1. Esteja relaxado e em plena consciência de que ninguém irá encontra-lo se realmente não desejar isso.

Confere.

2. Se gosta de alguém, pense nela.

Confere.

3. Se não tiver ninguém em mente assista algum vídeo para estimulá-lo.

Prefiro pensar na pessoa.

4. Imagine as coisas excitantes que essa pessoa já fez com você; se ela não fez, imagine como seria se fizesse.

Imaginar... Sei... Próximo.

5. Masturbe-se lentamente e aumente a velocidade pouco a pouco, mesmo que não sinta nada a princípio, se for homem, não demorará muito para sentir algo.

Hum... Homens sentem mais rápido, interessante... Espere, o que é isso?

Se você leu até aqui usando os passos 2,4 e 5 saiba que já próximo do ápice surge um ‘efeito colateral’, ou seja, se você se masturbou pensando em alguém, tenha certeza de que irá deseja-la com uma força desumana antes de terminar.

Humpf, que idiota iria desejar tanto assim alguém? Enfim, saí daquele site e resolvi fazer o que o mesmo dizia. Passo um. Passo dois. Passo quatro.
Como o site indicava, eu aumentava a velocidade gradativamente, pensando no que Fujo fez hoje e no que poderia ter continuado a fazer se eu não tivesse o parado. Pude sentir o membro em minha mão endurecer, assustando-me um pouco com a reação do mesmo, mas a sensação era boa demais para parar. Eu estava começando a ofegar e a imagem do rosto de Fujo ficava cada vez mais nítida em minha cabeça assim como a voz sussurrada dele não saía de meus ouvidos, como uma canção boa o suficiente para ser repetida centenas de vezes.
Com a mão livre apertei o edredom de minha cama, mordiscando meu próprio lábio inferior antes de gemer baixo, tampando minha própria boca surpreso. Eu gemi?! Ouvi outro sair de meus lábios, desta vez abafado pela minha mão. Eu gemi de novo! E não estava doendo!
Veio-me à mente a imagem de um dos homens sendo penetrado pelo outro e, naquele momento, aquilo não me pareceu tão doloroso assim quando imaginei Fujo fazendo o mesmo em mim. Ahh... Fujo... Como ele fazia falta agora... Parecia que eu ia explodir de tanto prazer e não me contive quando estava prestes a ejacular, afundando a cabeça no travesseiro fortemente enquanto que me debatia levemente na cama.

-F-fujo... Ahhhh.... F-fujo...!

Só fui acalmar os ânimos quando cheguei em meu ápice, sujando minha mão e cueca com meu esperma. Eu estava em estado de êxtase, meu corpo inteiro estava dormente e meus sentidos ligeiramente abalados enquanto que meu corpo pulsava pela agitação. Só depois fui me dar conta de que eu havia gemido o nome daquele homem, só não percebi se foi alto o suficiente. Ruborizei. Merda.


Capítulo 11 – Descobrindo o amor
Última semana de aula, despois férias até março! Uhuu! Era segunda-feira e eu estava indo para a empresa como sempre, sem importar-me em ser expulso no fim da tarde. Entrei no escritório dele e, ao vê-lo, senti como se tivesse tomado um forte soco no estômago por uma lembrança que tive de ontem onde ele estava diretamente ligado à mesma. Uma prazerosa lembrança, o que me fez ruborizar e acanhar-me mais, mas ele nunca percebe essas coisas, está sempre com a cara enfiada em algum monitor.
Caminhei até a cadeira onde ele estava sentado, sentando-me no colo dele. O mesmo já não ligava mais para isso, virou uma vírgula na vida dele. Mas eu passei a ver aquilo de uma maneira diferente, talvez por agora não mais conseguir ignorar o fato de que eu estava sentado sobre o membro de Fujo. Levantei num pulo, saindo do escritório enquanto que pude sentir o olhar curioso dele sobre mim. Voltei quase uma hora depois e ele me fitou brevemente de relance, voltando sua atenção a uma xícara de café.

-Teve dor de barriga, é?
-Fujo! Eu quero dormir na sua casa de novo! – apontei decidido para ele.
-Já disse para não me chamar assim, não lhe atribui tamanha intimidade, garoto.
-E eu já disse para não me chamar de garoto, Fujo! Agora vamos, eu irei dormir na sua casa no próximo final de semana.
-Já não basta me ver aqui ainda quer me ver em casa? Acaso virou algum tipo de stalker ou o quê?
-Muito engraçado, hahaha... – revirei os olhos – Está decidido, então!

Fui para casa no horário de sempre, mas desta vez em mente de vê-lo somente no sábado, assim ele não poderia reclamar de estar me vendo o tempo todo.

Quarta-feira
EU NÃO AGUENTO MAIS!
Ele nem ao menos liga ou vem me ver, cadê ele? Fujoooo...Por que você não corre um pouco atrás de miiiim...?
Depois que aprendi mais sobre masturbação, passei a usá-la como aliada contra a saudade de Fujo e foi assim que consegui me manter até sábado. Almocei rapidamente em casa, já deixando Daiki-san sobre aviso na segunda, ele por vez aceitou meu autoconvite de bom grado. Cheguei lá eram 13h47m. Akio estava cochilando, Sr.ª Daiki estava tocando piado e Sr. Daiki estava no escritório trabalhando. Fujo provavelmente devia estar fazendo o mesmo. A matriarca me recebeu com um sorriso na face, hospedando-me no mesmo quarto da última vez. Esperei aquela senhora deixar-me sozinho no cômodo para então poder correr até o quarto de Fujo, entrando esbaforido no mesmo, como se estivesse fugindo e realmente estava, vai que o Akio-kun encontrava-me por ali? Ele iria me chamar à atenção para fazer algo.
Tranquei a porta atrás de mim para então poder procurar melhor o dono do quarto, encontrando-o adormecido na cama. Que milagre, não estava trabalhando. Caminhei sorrateiro até a cama, subindo na mesma com o maior de todos os cuidados para não acordá-lo. Mordisquei meu lábio inferior ao ver o tórax desnudo dele, descendo o olhar até o membro do mesmo sob a calça. O que aconteceria se eu sentasse ali? Foi o que fiz. Sentei sobre o membro de Fujo de modo que cada perna minha ficasse de um lado do corpo dele, logo pude sentir o peso de meu corpo contra a intimidade dele, era bom. Comecei a me agitar ali, como se estivesse a cavalgar, deslizando as mãos pelo peitoral de Fujo, o que o fez despertar logo em seguida, piscando várias vezes até acordar de vez, olhando-me num misto de surpresa e espanto enquanto que eu estava com as maçãs do rosto extremamente vermelhas e com os olhos semiabertos, fitando-o.

-Ayako? – pela primeira vez ele me olhou e disse meu nome.
-F-fujo... – pela primeira vez eu o olhei e gemi o nome dele.
-O que há com você, garoto? O que está fazendo em cima de mim?
-Você não disse que para ser o seu namorado e-eu teria que... Satisfazer as suas necessidades? Pois então...

Deixei em aberto, mas ele havia entendido, fitando-me incrédulo e jogando-me para o lado, fazendo com que eu caísse deitado ao lado dele. O fitei confuso, vendo-o ajoelhar-se no colchão, me olhando.

-Acho que ainda não acordei.
-Acordou sim.
-Não acordei. Desde quando acordo com crianças de doze anos sentadas em meu colo gemendo meu nome?
-Fujo...
-Não me chame assim.
-Por favor...
-Não sou pedófilo.
-Mas eu te amo...
-...

É. Eu realmente estava o amando. Não sabia ao certo quando aquilo tudo havia começado, mas sabia que no início não passava de interesse por presentes e o pior é que ele sabia do meu objetivo e mesmo assim não fazia nada.

-Eu estou falando sério...
-Acaso te deram alguma droga e ingeriu sem perceber?
-Nãããão... Por que não acredita logo quando digo que te amo?
-Porque você passou a dizer isso hoje e é jovem demais para amar.
-Mas e quanto ao amor não ter idade?
-Não se apegue a isso.
-Acredite em mim... Por favor...

Ele emudeceu novamente. Eu estava agora ajoelhado de frente para ele, fitando-o sem esconder uma gota de súplica em meus olhos já quase marejados de tanto ser rejeitado.

-O que vai ganhar com isso, garoto? Não acha que já foi longe demais?
-Por isso mesmo. Você não acha que por eu ter ido longe demais já não é a hora de acreditar em mim? – engatinhei até ele, envolvendo os braços no pescoço do mesmo – Eu estou me entregando a você, Fujo. Não acha que isso é prova mais do que suficiente de que eu o amo, mesmo sendo jovem demais para você?

Ele nada respondeu, continuou mudo. Pude ouvi-lo suspirar pesado, como se realmente não quisesse ter um guri em suas costas, somando mais um problema em sua vida. Eu entendi a reação dele, afastando-me do mesmo, porém, ao tentar fazer isso, ele segurou-me pelos braços, seguido pela cintura, deitando-me gentilmente na cama e encaixando-se entre minhas pernas. Fujo tocou a minha testa com a dele, fitando-me no fundo dos olhos, como se estivesse a tomar uma decisão deveras importante no momento. Eu o chamei novamente e ele pareceu acordar num estalo com o som de minha voz mansa, passando a fitar-me com gentileza, uma coisa que nunca o vi fazer antes.

-Espero não me arrepender por isso...


Capítulo 12 – Inexperiência
–Espero não me arrepender por isso...

Ele jogou estas palavras no ar antes de tocar meus lábios com os seus de uma maneira delicada, afinal, aquela era a primeira vez que nos beijávamos e a primeira vez que eu beijava alguém. Eu o deixei conduzir aquele beijo – até porque se eu tivesse que fazer isso iria acabar estragando por conta de minha inexperiência. A língua dele aos poucos pedia passagem pela minha boca e eu, timidamente, deixava que ele prosseguisse, envolvendo os braços em seu pescoço e retribuindo aquele beijo de maneira lenta e carinhosa. Era magnífica a sensação maravilhosa de poder sentir a língua de seu amado explorar sua boca de maneira despreocupada. Eu sentia meu corpo amolecer nos braços dele, suspirando lentamente, talvez até apaixonado.
Aos poucos ele cessou o beijo, deslizando os lábios até meu pescoço, cujo este distribuiu beijos, puxando a gola de minha camisa para o lado, para que assim pudesse ter mais acesso à minha pele, alternando entre lambidas e mordiscadas. Eu apenas levava a mão canhota até os cabelos dele, afagando-os calmamente enquanto que gemia baixinho, tentando puxar aquele corpo enorme para mais perto de mim.

-Ahhh... Fujo...

Eu o chamei com voz mansa e ele, pela primeira vez, não retrucou por me ouvir chama-lo pelo nome, foi ali que pude perceber que minha voz mansa em seu ouvido o deixava calmo e relaxado, como um leão feroz que recebe um dardo de sedativo e acalma-se em questão de segundos. Mas ele não era o único relaxado ali, eu também estava. A delicadeza e gentileza dele até então me foram muito úteis para não me desesperar nem voltar atrás. Afinal, a diferença entre nós não para somente na idade, existe também o quesito experiência onde ele, pelo visto, tem muito mais do que eu, infelizmente. Quando Fujo cessou os beijos para retirar minha camisa eu o fitei, retrucando a frase que ele dissera antes, sorrindo bobo.

-Você não irá se arrepender, eu não me entregaria sem ter a certeza de que você é a única pessoa que eu desejo ter pelo resto de minha vida...

Vírgulas - Fic (10 ao 12)

Posted by : Ita-chan
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OMG! *-*

| domingo, 18 de março de 2012
Abre ai! »

OMG! *-*

Posted by : Ita-chan
Date : domingo, 18 de março de 2012
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Tarja Turunen - Until My Last Breath

| sábado, 17 de março de 2012
Abre ai! »


Cannot cry it loud enough
I'm giving up this ghost
How can I still justify
When you deny my voice
In this nothing I am not allowed
I just follow alone
Words as weapons without a sound
Echoes dying unborn

(CORO)
Until my last breath
You'll never know
Until you feel the silence
When I am gone
Now it's vanishing
Everything
What we might have been
Only now your prays
Call my name
But you won't see again

Who can change this memory?
Inside it needs to burn
Worship by the enemy
The guilty take their turns
Watching as it's disappearing
Shadows all that remain
Wishes slowly crossing over
In this parade of pain

(CORO 2x)

Tarja Turunen - Until My Last Breath

Posted by : Ita-chan
Date : sábado, 17 de março de 2012
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Could you give me a ride to... Hell?

| segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Abre ai! »

Could you give me a ride to... Hell?

Posted by : Ita-chan
Date : segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
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(Extras) Vírgulas - Fic (7 ao 9)

| sábado, 4 de fevereiro de 2012
Abre ai! »
Extras 07 ao 09 - Comentários da autora


   Ok, ok. Sei que é praticamente impossível uma criança de 12 anos se apaixonar por um homem de 28, mas fazer o quê, fetiche é fetiche! Além disso, minha mente é igual a um buraco negro: aparentemente não tem fim e não se pode ver tão pouco saber o que tem dentro. As vezes nem eu mesma sei. xD
   Mas enfim, devaneios à parte, nestes três capítulos foram retratados a primeira vez de Ayako com Fujo que torna-se cada vez mais próximo, afinal, o primeiro já está até tentando se informar através de pornôs! Não se sabe se Fujo está ou não apaixonado pelo pequeno já que o mesmo não esboçou nenhum tipo de sentimento tão pouco pronunciou as famosas três palavras "Eu te amo". Estaria ele brincando com o pobre Ayako ou o ama mesmo e não quer adimitir?

(Extras) Vírgulas - Fic (7 ao 9)

Posted by : Ita-chan
Date : sábado, 4 de fevereiro de 2012
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Vírgulas - Fic (7 ao 9)

|
Abre ai! »




Capítulo 07 – Conhecendo a onça.
-Onde está seu irmão, Akio?
-Ah, ele deve estar no escritório como sempre, inventando trabalho para fazer, pai.


Eles sentaram-se em suas devidas cadeiras já de imediato sendo servidos pelos empregados. Eu apenas os acompanhei já que pelo visto não pretendiam esperar pelo membro faltante. Talvez eles já tentaram chamar Fujo para comer com eles em outras ocasiões, mas provavelmente não obtiveram sucesso...
O almoço foi descontraído, comemos massas e salada preparadas de uma maneira fresca e leve, ótimo para aquele dia de calor intenso. A sobremesa foi sorvete napolitano com calda de chocolate e granulado. Perfeito!
Ao terminarmos o almoço, deixamos a mesa do jeito que estava para os empregados a tirasse. Foi bom fazer isso, geralmente eu tinha que ajudar a tirar a mesa, era chato... Ao sairmos daquele cômodo, Akio chamou-me a atenção com um largo sorriso na face.


-Ei, Ayako-chan!
-O que foi?
-Está afim de ir mais tarde à piscina?
-Tem piscina aqui?! – perguntei animado.
-Claro. Tem no quintal dos fundos. Vamos descansar um pouco o almoço primeiro.
-É uma boa ideia, Akio. – interrompeu o pai que ouvia a conversa de longe – Aproveite e chame Fujo também.
-Aaaah, paaaaai...!
-Akio. – o advertiu.
-Está bem, está bem... 


Akio parecia não se dar muito bem com o irmão mais velho; seria porque ele quase não tem tempo para o mais novo? Talvez ciúmes por isso... Bem, uma das empregadas levou-me até o quarto de hóspedes. Era um quarto muito bonito, com uma cama de solteiro, um criado mudo com um abajur, uma TV presa à parede, suíte particular, dois armários e uma pequena varanda ao lado da cama, que dava a vista para o quintal de trás, cujo mesmo havia uma piscina enorme e uma daquelas boias em que a pessoa deita e fica ali tomando sol. À margem da mesma havia guarda-sóis, mesas, cadeiras e uma churrasqueira desligada. Mais ao fundo uma pequena plantação de rosas, algumas frutas e temperos para uso pessoal. Fiquei encantado.
Contudo, eu estava mais impaciente do que encantado. Primeiro porque eu queria ir logo à piscina; segundo porque eu queria encontrar Fujo. Que ansiedade! Olhei o relógio e eram 12h45m. Joguei-me na cama e acabei cochilando rapidamente por ter dormido pouco e pelo fato do pós-almoço dar aquela moleza. Acordei 14hs, um breve, porém revigorante cochilo. Espreguicei-me e levantei-me indo olhar novamente a piscina pela pequena varanda e, de lá, pude ver Akio dentro da mesma, olhando para cima enquanto boiava, não levando muito tempo para me ver de onde estava.


-Eeeeei! Ayako-chan! Venha para a piscina!
-Haaai!


Respondi animado já logo trocando de roupa, colocando um samba-canção mesmo, já que não havia levado roupa de banho. Desci tentando conter a afobação já que estava como visita e tinha que me comportar. Quando cheguei à parte de trás da casa, vi Akio pedindo para a empregada deixar a bandeja com os copos de suco na mesa enquanto que ele saía da piscina. Quando olhei para a mesa com os sucos, vi que ao lado da mesma estava Fujo sentado, compenetrado no notebook enquanto que trajava apenas uma bermuda e uma camisa de alças; roupas bem leves, assim como todos daquela grande casa vestiam no momento. Seus óculos mudavam de cor conforme a claridade, escurecendo ou clareando. No caso, estavam feito os de sol, mas ainda podiam-se ver os olhos dele por de trás das lentes, não se desprendendo nunca do aparelho.
Ele mordia distraidamente uma corrente de prata que usava como colar, o que me fez querer saber se ele usava aquilo até por debaixo das roupas de trabalho. Minha atenção foi logo desviada quando Akio prostrou-se em minha frente com ambas as mãos na cintura e um certo semblante impaciente. Acho que ele percebeu para quem eu estava olhando esse tempo todo.


-Ayako-chan, eu vou pegar o seu suco, deve estar com sede.
-Ah, obrigado...


Ele então correu até a mesa, chamando a atenção do irmão mais velho com o barulho proposital que provocou; o mais novo, então, apenas mostrou a língua para ele, voltando em seguida e sabendo que o irmão estava lixando-se para aquilo. 
Peguei um dos copos de suco, dando um gole no mesmo.


-Akio-kun...
-Hum?
-Posso perguntar-lhe algo?
-Claro!
-Por que você não se dá bem com seu irmão?
-Eh? E-eu me dou bem com ele! 
-Pois não parece...
-M-mas é verdade! É verdade!


Ele me respondeu tão desconcertado e, principalmente, corado. Como se eu tivesse perguntado algo sobre a vida íntima dele... Ou será que perguntei? Enfim, achei melhor deixar de lado, não queria estragar nada.
A tarde passou-se rapidamente e o sol já estava se pondo. Ainda estava claro, só não estava mais proveitoso para a piscina. Tomei um banho e vesti uma roupa mais aquecida, já que o por do sol estava fazendo a casa esfriar. Pude ouvir a voz dos moradores vindo da sala, mas eram apenas três vozes, faltava a quarta, que era substituída pelo barulho das teclas do notebook vindo do quarto de seu respectivo dono. A porta estava entreaberta e pela mesma eu pude vê-lo ali dentro, sentado na cadeira e apoiando o notebook na mesa. 
Sem cerimônias, porém envergonhado, bati duas vezes na porta e entrei.


-Ei, por quanto tempo mais vai ficar ai nesse notebook? – não obtive resposta – Tudo bem, eu espero até você terminar.


Ele nada disse, apenas arqueou uma das sobrancelhas e me fitou de soslaio quando deitei na cama dele, espaçosa, até; de casal e bastante confortável. Enquanto eu observava a vista que a varanda do quarto dele dava, que era para a rua, ele continuava a digitar e fazer diversas anotações em vários e espalhados papéis que estavam sobre a mesa. Ele realmente havia ficado surpreso quando me encontrou na piscina, mas eu percebi que o mesmo não queria esboçar nenhuma reação, limitando-se apenas a um pequeno e breve arregalar de olhos.
Eu fiquei ali a noite inteira, o céu já estava bem enegrecido e a casa bastante silenciosa. Olhei para o relógio do criado mudo e o mesmo marcava 00h45m. Nossa como o tempo passou rápido! Depois é que fui perceber: eu havia cochilado ao som daquelas teclas sendo incessantemente pressionadas em um ritmo frenético, de quem já estava acostumado há tempos e não precisava nem mais olhar para o teclado afim saber quais eram as respectivas letras.
Cocei os olhos um pouco manhoso, bocejando da mesma forma enquanto que minha visão ficava nítida conforme eu afastava o sono e acordava. Quando olhei para frente, vi que ele estava parado, não digitava tão pouco escrevia, deve ter pegado no sono como da outra vez. Levantei e calcei as pantufas, arrastando o caminhar até ele, parando atrás do mesmo e deslizando os braços por seus ombros, encontrando as próprias mãos pouco a frente de seu pescoço enquanto que eu repousava a cabeça num dos ombros dele, roçando levemente a bochecha na do mesmo.


-Ei, acorde. Não acha melhor dormir deitado ao lado de seu namorado?


Cochichei em seu ouvido para não acordá-lo de uma vez. Ele apenas repousou a mão destra em meu braço, virando o rosto na direção do meu, não se preocupando em deixar ou não nossos rostos a milímetros de distância um do outro. Eu podia sentir a respiração forte dele, impressão minha ou até nisso ele tinha força? Provavelmente ele mal sentia a minha... 
Aliás, ele não havia pegado no sono, eu pude ver em seus olhos que ele estava bem acordado, até; principalmente quando seus lábios curvaram-se, esboçando, pela primeira vez, um sorriso. Contudo, aquele sorriso não me parecia ser de alegria, pois não era inteiro, era um meio sorriso, no canto dos lábios grandes que tinha e eu podia notar claramente a segunda intenção que havia por trás daquele gesto.
Confesso que aquilo me deu calafrios e, principalmente, medo.


Capítulo 08 - Paciência
Fiquei fitando-o sem reação e com um elevado rubor na face em ter a mesma próxima da dele. Afastei-me rapidamente e extremamente desajeitado fui recuando até cair sentado de propósito na beira da cama, podendo perceber que ele ainda me fitava.


-É isso o que você quer?
-Como?
-Você quer realmente que eu durma com você?


Eu não sabia o que responder, aquele sorriso dele estava me amedrontando cada vez mais e eu tinha quase certeza de que ele fazia aquilo de propósito. Espere, se ele está fazendo aquilo de propósito, então nada mais é do que um joguinho dele para me fazer desistir com aquele sorriso sádico que ele ostentava. Engatinhei até o centro da cama por dentro do edredom, indo parar nos travesseiros, segurei firmemente o que me cobria e me acomodei nos travesseiros respondendo um “sim” confiante e um pouco alto para o horário. Ele levantou-se dando de ombros e desfazendo aquele sorriso, aquilo realmente era uma tática dele e eu quase caí na mesma. 
Eu o observava levantar da cadeira e espreguiçar-se, ouvindo alguns ossos seus estalarem por terem ficado muito tempo na mesma posição. Ele dirigiu-se ao banheiro onde pude ouvir o barulho da água do chuveiro chocando-se contra o chão. Uns vinte minutos depois ele estava de volta, já pronto para dormir. Estava descalço e vestia uma calça de algodão azul, faltando apenas completar com a camisa.


-Esqueceu a camisa aqui?
-Eu não durmo de camisa.
-Eu vou dormir com você, esqueceu?!
-Me preocuparia com isso se acaso eu tivesse seios.


Aquelas respostas diretas dele me irritavam demais. Dei espaço para que ele se deitasse ao meu lado, deixando a distância de uns três palmos entre ambos, enquanto que ele tirava os óculos, guardando-os no criado mudo.


-É assim que você acha que namorados dormem juntos?
-E não é? Não diga que sou inocente!
-Como é ingênuo.
-Grrr...
-Aprendeu a rosnar? O que fará depois? Rolar, talvez...?
-Pare com isso! – cruzei os braços, fitando-o já bastante irritado – Se não é assim que namorados dormem, mostre-me como é então!
-Isso não é para a sua idade, garoto.
-Pare de dizer que sou novo! Eu sei que sou, mas não quer dizer que eu não possa ter um namorado!
-Que não fosse além de dois ou três anos de diferença para mais ou para menos.
-Mostre-me logo!
-Vá dormir. – virou-se de costas, fechando os olhos.
-Ei! Não me deixe falando sozinho!
-Boa noite.


Ele não disse mais nada depois e eu o fitava pelas costas com um enorme bico, explodindo de raiva enquanto que apertava o lençol pelo mesmo motivo. Bufei olhando para o outro lado, o que poderia ter demais em dormir como dois namorados? Está certo que eu achava que os casais dormissem em camas separadas como nos Flingstones, mas já que ele disse que era de outro jeito, eu queria saber qual era!
Aproximei-me sorrateiro dele, encaixando minha cabeça sobre a de Fujo com certa manha, envolvendo os braços no pescoço dele, por trás do mesmo.


-Onegai... 


Pedi com voz mansa e pude ver de soslaio que ele entreabria os olhos, suspirando em desistência, deixando ser vencido pelo cansaço. Quando percebi que ele iria se mexer eu desfiz-me daquela posição, recuando um pouco para que ele pudesse virar. O mesmo nada disse, apenas fitou-me com aqueles olhos azuis e cansados, puxando-me contra si pela cintura, o que para mim pareceu forte, para ele pareceu ser até bem delicado, mas fiquei na minha até porque estava sem palavras no momento. Eu permanecia imóvel, deixando apenas que ele acomodasse ambos. 
Fujo pegou minhas mãos e as colocou em seu peitoral e foi ai que pude perceber que o corpo dele era musculoso demais para quem ficava o dia inteiro trabalhando no computador. Ele era forte e tinha o corpo bem trabalhado, mas eu podia perceber que ele tentava ser gentil embora estivesse impaciente em querer dormir logo por conta do cansaço. Por fim, ele envolveu ambos os braços em minha cintura, fazendo um dos mesmos subir pelas minhas costas até minha nuca, encaixando minha cabeça entre o ombro e o pescoço dele recostados no travesseiro. 
Era uma sensação estranha. Nova. Era boa. Os braços dele eram firmes, fortes, acolhedores e aconchegantes além de serem quentes, o contrário da personalidade dele. Seu coração batia tranquilamente enquanto que o meu quase criava pernas e corria pelo quarto. Eu realmente estava tenso, mas conforme fui me acalmando e adaptando-me à situação, acabei adormecendo num piscar de olhos, encolhendo-me nos braços dele e quase que sumindo entre os mesmos. Naquele momento eu não poderia pedir coisa melhor do que aquela maravilhosa noite de sono.


Capítulo 09 – Mas o quê...?
09h52m
Acordei com o cantar exacerbado dos pássaros na varanda do quarto; tentei me espreguiçar, mas percebi que eu ainda estava nos braços de Fujo. Desta vez ele estava deitado de barriga para cima e eu com a metade do corpo sobre o dele enquanto que um dos braços do mesmo descia pelas minhas costas, prendendo-se em minha cintura. Obviamente não conseguiríamos passar a noite inteira na mesma posição. Levantei a cabeça, podendo fita-lo melhor. Ele ainda dormia, parecia estar num sono profundo, pois nem os pássaros, nem a claridade o acordavam. 
Achei melhor sair dali, ele devia estar realmente cansado na noite passada e eu fiquei o alugando com minhas pirraças. Virei-me de costas para ele, para poder sair pelo outro lado da cama, porém quando tentei me desfazer do braço dele, pude apenas sentir o outro envolver-me junto com o que já estava em minha cintura, puxando-me fortemente contra si. Aquilo doeu um pouco, confesso. Contudo o que me paralisou mesmo foi o fato dele entrelaçar as pernas nas minhas, colando seu peitoral contra minhas costas. 
Agora sim eu estava sentindo-me desconfortável, não pelas pernas entrelaçadas, mas sim por estar com o quadril perfeitamente encaixado no colo dele, com medo até do mínimo movimento eu poder sentir a intimidade do mesmo de tão próximos que estávamos.


-Ern... Fujo... Fujo...! 


Sussurrei dando-lhe tapinhas no rosto, ele emitiu alguns gemidos em protesto, pelo visto realmente não queria ter sido acordado, mas abria lentamente os olhos, fitando-me como se estivesse esperando para que eu falasse.


-Bem... Você poderia chegar um pouquinho para trás?
-Ora... – pausou, bocejando – Você não queria dormir comigo feito dois namoradinhos?
-S-sim, mas... É q-que...
-Shhh...


Ele calou-me repousando o indicador em minha boca, eu estranhei a reação dele, mas logo arregalei os olhos, arrepiando-me ao sentir os lábios dele tocarem meu pescoço, deixando que seu hálito quente se chocasse contra minha pele. Eu me encolhi envergonhado e extremamente ruborizado ao sentir os lábios dele deslizarem até minha orelha, mordiscando a mesma antes de contorná-la com a língua.


-O-o-o que está f-fazendo...?
-O que acha que namorados fazem quando acordam?


Ele sussurrou aquela pergunta quase que sem voz em meu ouvido, deixando-me mais encabulado ainda. A mão direita dele, que outrora estava com o indicador em meus lábios, passou a descer lentamente pelo meu peito fino e pálido, não aparentando querer parar ali. Eu por vez estava ficando desesperado, pois sabia o que ele pretendia fazer e eu de fato não queria aquilo. 
Fechei os olhos fortemente, sacudindo a cabeça para os lados da mesma forma enquanto que tirava a mão escorregadia dele de meu corpo. Fujo, por vez, pareceu entender o recado, soltando-me e ficando apenas a fitar-me de costas enquanto que eu não perdia a deixa para levantar da cama.


-Como quer ser meu namorado se não pode nem ao menos satisfazer minhas necessidades? – perguntou irônico, ostentando um sorriso sádico.
-E-eu vou para o meu quarto...


Só tive coragem de responder aquilo antes de sair apressado do quarto dele, relembrando o que Fujo fez e falou várias vezes em minha mente. Satisfazer suas necessidades? E eu lá sabia que isso que ele queria era uma necessidade?! Sou novo demais para isso e tenho certeza de que se ele ouvisse essa frase saindo de minha boca iria me provocar perguntando: “Ora, para isso você é novo, não é?”. Argh. Odeio admitir, mas saí daquele quarto sabendo que ele estaria se sentindo vitorioso em pensar que se encontraria livre de mim. Erro dele!
Fui embora de lá depois do almoço, para curtir o resto do final de semana com meus pais. Despedi-me de todos menos de Fujo, que estava trancado no quarto e nem me viu ir embora.


-Quando irá dormir aqui de novo, Aya-chan?
-Quando meus pais deixarem, Akio-kun. – brinquei.
-Foi bom tê-lo como hóspede Ayako-chan. Volte sempre que quiser. 
-Obrigado, Sr.ª Daiki.


Sr. Daiki seguiu o caminho da limusine junto comigo, cumprimentando meus pais ao me deixar em casa e marcando o tal almoço entre os quatro para um domingo, não estava prestando muita atenção. Após a despedida, contei como foi meu final de semana aos meus pais, omitindo a manhã, claro.

22h04m
Passado o momento com os pais, estava eu deitado em minha cama, olhando para o teto do quarto. O que Fujo tentou fazer me veio novamente à cabeça e pensei: se para ser namorado dele é necessário alguns sacrifícios, acho que não custa nada tentar, não deve ser tão ruim...
Liguei o computador e resolvi visitar um desses sites pornôs para ver como era aquilo. 
Literalmente...

Vírgulas - Fic (7 ao 9)

Posted by : Ita-chan
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(Extras) Vírgulas - Fic (4 ao 6)

| sábado, 28 de janeiro de 2012
Abre ai! »
Extras 04 ao 06 - Entrevistas e comentários da autora 

Capítulo 04:
 
   Eu mesma já estava farta de escrever a fic, mas queria muito publicá-la, mesmo que estivesse ficado uma merda, eu queria apenas colocá-la na internet para receber as críticas das pessoas desde que as mesmas fossem construtivas. Entretanto, as pessoas em suma até que me criticaram bem, o que foi contra as minhas espectativas e, como elogios motivam qualquer escritor, seja amador ou profissional, eu resolvi dar prossedimento a minha história. À vante!

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Capítulo 05: Entrevistando Ayako

Autora: -Ayako, largue do pé de Fujo, já não acha que sua atitude infantil já foi longe demais com um homem sério como ele? 

Ayako: -Eu não estou de pirraça! Eu quero que ele seja meu namorado e ponto! 

Autora: -Por que logo Fujo? Ele é um homem totalmente diferente de você. É muito mais velho, sério e compromissado com seu trabalho, não ficará dando-lhe atenção o tempo todo como deseja. 

Ayako: -Eu não me importo! Eu vou conseguir o que eu quero, pode apostar nisso! 

Autora: -Ai, ai; essas crianças de hoje em dia...

Ayako: -Eu falo sério! 

Autora: -Aham, eu também... *ironia*.

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Capítulo 05: Entrevistando Fumiko Daiki (Sr. Daiki)

Autora: -Olá, senhor Daiki. Como se sente sabendo que tem dois filhos com personalidades extremamente diferentes uma da outra? 

Sr. Daiki: -Ora, ora. Tem seu lado bom e seu lado ruim, certo?   

Autora: -Ahn... Certo... E quais seriam essas lados, respectivamente? 

Sr. Daiki: -O ruim seria ter dois filhos iguais ao Fujo ou iguais ao Akio, mas um de cada já equilibra, certo? Hahaha! 

Autora: -Ahn.... C-certo... 

Sr. Daiki: -Isso mesmo! Certíssimo! Eu sabia! Hahaha! 

Autora: -...

(Extras) Vírgulas - Fic (4 ao 6)

Posted by : Ita-chan
Date : sábado, 28 de janeiro de 2012
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